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sexta-feira, 30 de março de 2012

Crônicas do dia- a- dia...
E lá vamos nós, cinco e quarenta pegar o ônibus para a cidade vizinha onde trabalho, ate aí tudo bem a não ser pelo ‘irmão’ motorista... é sempre assim, toda vez que eu entro nesse ônibus, lá esta o motorista com aquelas musicas religiosas, nada contra o problema é que são cinco e quarenta da manha, que eu ainda estou com sono e o principal, não sou obrigada a ouvir musicas religiosas ou mundanas as cinco e quarenta da manhã!
 
Achei melhor não implicar....
Desço do ônibus, já na outra cidade, tomo outro ônibus, agora municipal, para ir até o bairro onde fica a escola onde trabalho, são seis e dez da manhã, o percurso ate a escola demora dez minutos, mas é muito cedo então resolvo dar uma volta de ônibus pelo bairro. Sento perto da porta, já que é hora dos adolescentes irem para a escola. Dou a volta, já no meio do caminho um garoto, desses que adoram ouvir aqueles FUNKs bem pornográficos, entra no ônibus, senta e liga a porcaria do seu celular num desses FUNK, se estivesse com fones de ouvidos, nada contra, cada um ouve o que gosta de ouvir, mas obrigar os outros passageiros a ouvirem aquela “musica”... ai já é apelação. Reclamei.
Garoto mal educado!!!
Ele abaixou um pouco o volume do celular, mas começou a ouvir uma musica ainda pior. Ai que vontade de agarrar aquele aparelho e fazer rolar ribanceira a baixo... Contive- me.
Tive uma ideia. Que os outros passageiros me perdoem, mas assim que eu puder, vou comprar uma dessas caixinhas de som poderosa. Vou por Vivald, Bethoven, Bach e tantos outros, quero sentar do lado do infeliz, e quando ele ligar a porcaria do celular dele, ligar minha caixinha nas quatro estações. Será que ele vai se irritar mais que eu hoje???
Eu sei, não devemos ter o desejo de vingança. Mas existe coisa mais chata que entrar em um ônibus e encontrar um sujeitinho desses???
Eu cheguei na escola bufando. Ai que raiva que eu estava sentindo, afinal ainda nem eram sete horas.
Comentei o ocorrido na escola e uma outra professora me disse que isso não era tudo, ela tem um aluno que enfiou as ‘crentes’ no FUNK dele. O problema é que a porcaria pega, ai fiquei o dia todo cantarolando:
“Eu vou morar lá na frente,
Na casa das crentes...”
Pode uma coisa dessas???
No resto foi tudo bem.
Aderindo a campanha “dê um fone de ouvido a um adolescente funkeiro”.

sexta-feira, 23 de março de 2012


Borboleta
Marcelo Jeneci
Música é que nem borboleta
Ela voa pra onde quer
Ela pousa em quem quiser
Não é homem e nem mulher
Música que sai da gaveta
Se traveste na voz de alguém
Quando entra dentro da cabeça
Não é sua nem de ninguém
Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe
Bater palma com a mão
E quando chegar o refrão
Bater com os pés no chão
Se não decorar a letra
Pode cantar ola e larala
A melodia pode assoviar
Pode até dar um berro pode berrar
Às vezes ela é como um ladrão
Ou como um convidado trapalhão
Depois que entra não quer mais sair
Quer repetir, repetir, repetir
Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe
Bater palma com a mão
E quando chegar o refrão
Bater com os pés no chão
Verde, branca, azul ou vermelha
Também tem música de toda cor
De acalanto, de baile de amor
De restaurante, de elevador
Música é que nem borboleta
Sai do casulo do alto-falante
Do carrossel e da roda gigante
Pra que você e todo mundo cante
Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe
Bater palma com a mão
E quando chegar o refrão
Bater com os pés no chão
Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe
Bater palma com a mão
E quando chegar o refrão
Bater com os pés no chão
Te invade, te assalta e te faz refém
Se a rima não vem já sabe
Bater palma com a mão
E quando chegar o refrão
Bater com os pés no chão

La la la la la la
La la la la la la
La la la la la la
La la la la la la